sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Agora

Saudade de tudo que via num espelho meu remoto
Esperança no reflexo que vejo em mim agora
Ainda existem sequelas incuráveis
Mas há coloridos cicatrizados.

sábado, 22 de outubro de 2011

Hoje.

Quase nunca me dou conta da beleza do redor, suas nuances de tons (mesmo pastéis mesmo púrpuras), suas vozes (verbos por vezes agudos e noutras graves), por vezes nem nas coisas tácteis (nessas devoto sobretudo: os vícios), enfim um só respiro, um respiro existencial, numa espécie de respiração involuntária. Esfumaçada. Densa. Vagarosa. Hoje me lembrei do seu cheiro. Ele veio a mim das coisas tácteis, dos sussurros, do multicolorido da saudade.